sábado, 27 de agosto de 2011
Um amor descriminado.
Não falar muito sobre este vídeo e a sua interpretação, mas vou se concigo, as questões de discriminação estão vivendo dia a dia, em cada classe, cada cultura, cada país, em maior ou menor grau, mas você vive e discriminação porque é uma trilogia e quando eu disse que eu vivo a cada dia, eu quis dizer que de alguma forma,sem que eles soubessem sobre a minha escolha, eu ouço seus comentários idiotas sobre a homossexualidade, comentários cheios de ignorância e gozação, mas não me afeta, de forma é que quando alguém aceita, quando quebrado pelo principal elemento de discriminação a si mesmo .................
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Ser gay é também ter sentimentos . essa é minha Historia.
Des de pequeno eu sempre achei os homens bonitos, sempre senti uma coisa especial se tradando deles. Mas diferente de muitos homossexuais eu nunca me senti diferente dos outros garotos. Sempre tive muitos amigos homens e sempre me dei bem com eles. Mas na verdade quando eu era mais novo( tipo uns 9 anos para 10 hoje tenho 18) sempre achei que quando eu crescesse iria comessar a gostar de mulheres, isso porque eu não me aceitava de geito nenhum – por que todo mundo falava que era errado, uma doença, que não era coisa de Deus e etc – sempre que eu me pegava pensando em outro homem eu logo pensava em outra coisa e me arrependia muito de ter pensado naquilo. Porém como todos sabem quanto mais eu recusava esses pensamentos mais fortes eles ficavam e quanto mais eu gostava mais eu achava errado e ficava com medo de me transformar “nessa coisa”.Isso é para vocês terem idéia do quanto eu lutei contra a minha homossexualidade.Depois de um tempo eu parei com essa loucura de autopoliciar os meus proprios pensamentos. E adorava ficar me imaginando com outro homem na cama. E prometi para mim mesmo que nunca faria nada doque eu imaginasse(tadinho como eu era inocente) e nessa faze eu tinha uns 11 anos.Eu imaginava fazendo sexo com outro homem tudo que eu queria era isso mas ao mesmo tempo tinha medo e pensava em me casar com uma mulher( mas era obvio que eu não ser feliz).Eu fiquei uns 3 anos com esse pensamento na minha cabeça mas conforme o tempo ia passando e por mais absurdo que paressa esse sentimento ficava mais forte e eu finalmente me aceitei como homossexual.Eu nunca iria ser feliz com uma mulher ao meu lado que quando na verdade eu queria amar mesmo era um homem.Eu nunca fiquei com nenhum outro garoto, mas como eu goso? como sei que sou gay? Da mesma forma que um garoto hectero de 6 anos de idade já sabe que gosta de mulher. Isso não é questão de escolha, eu não simplismente escoli gostar de rapazes eu nasci assim. Como havia dito ser gay não é questão de escolher ou preferir é questão de ser é tão natural quanto um passarinho macho se acasalar com um passarinho femea, quanto um garotinho gostar de uma garotinha.E tem muita gente que fala ” você tem que esperimentar para ver se é isso mesmo que você quer. Não. Eu tenho certeza que gosto de outros garotos da mesma que um rapaz sabe que gosta de mulheres sem ao menos ter beijado uma.Sou gay e mesmo assim concerteza sou e sempre serei homem. Nunca tive jeito de mulher e nunca quis ser uma. Nasci gay e homem e é assim que eu vou morrer. Não existe isso de quem é gay não é homem de verdade isso foram condições impostas pela sociedade.
Os homossexuais sofrem cotidianamente as conseqüências da homofobia
Os homossexuais sofrem cotidianamente as conseqüências da homofobia e ela se manifesta de várias maneiras, inclusive com ações de violência verbal e física, chegando em casos extremos até a um assassinato.
Um indivíduo homofóbico (pessoa que possui homofobia), evita situações associáveis ao universo homossexual e são contra relações sexuais e afetivas entre pessoas do mesmo sexo. É um ódio que chega a ser patológico (doentio). Os homofóbicos possuem medo de eles próprios serem homossexuais ou de que as outras pessoas pensem que o são.
O termo homofobia foi empregado pela primeira vez em 1971, pelo psicólogo George Weinberg. Muitas pessoas acreditam que este medo é um tipo de xenofobia, o terror de tudo o que é diferente.
Em torno da homofobia envolve vários fatores culturais, religiosos (principalmente crenças cristãs, judias e mulçulmanas), políticos, ideológicos, entre outros.
Os sintomas mais comuns da homofobia se manifestam através de desrespeito aos homossexuais com calúnias, insultos verbais, gestos, ironias, antipatia e violência. Existem alguns códigos feitos no mundo todo que indica a presença de homossexuais para oshomofóbicos evitar ficarem perto, tais como assobios, alguns cantos e bater palmas.
Todo ano, dia 17 de maio, é comemorado no mundo todo o combate a homofobia. Nesta data é relembrado que a homossexualidade não é doença e visam conscientizar as pessoas de que ela representa uma diversidade sexual. Além disso, esse dia tem uma característica de protesto e de denúncia, devido aos altos índices de violência contra homossexuais que crescem a cada dia.
domingo, 21 de agosto de 2011
Filhos gays: como os pais podem vencer o preconceit
Seu filho revelou que é gay? Saiba como ajudá-lo a se aceitar e mantenha a família unida, feliz e sem preconceito
De repente, seu filho mudou. Está ausente, fala pouco, parece pedir ajuda. Você sabe que ele está angustiado, mas tem medo de perguntar motivo. Até o dia em que ele desabafa: "Mãe, sou gay". "Onde eu errei?". "O que vão dizer?". Não questione nada disso. Qualquer palavra errada nessa hora pode doer mais do que uma surra de homofóbicos (quem tem aversão a gays) na rua.
O coração não escolhe
Pense bem. Você sempre sonhou que seu filho encontraria uma pessoa bem-sucedida, de bom caráter, inteligente para amar. E se essa pessoa for do mesmo sexo? "Lembre-se: ser gay não é uma opção, ninguém escolhe a quem desejar. O desejo nasce e pronto",
Pense que já bastam os obstáculos que seu filho enfrentará, então, não seja mais um na vida dele. O que importa mais: a felicidade dele ou o que os outros vão falar? Ofereça a mão a seu filho, dê colo quando ele precisar e, juntos, vocês vencerão o preconceito.
De quem é a responsabilidade?
Muita gente pensa que um filho gay é o resultado de mães superprotetoras ou pais ausentes. "Ser homossexual não é uma escolha", . Então não é nada que você tenha feito de errado na infância dele, não foi falta nem excesso de zelo.
Qual ajuda que posso oferecer pra ele sair do armário?
O ideal é manter uma relação aberta com seu filho desde a infância, conversar e responder com naturalidade às perguntas mais constrangedoras.
E também não dizer frases preconceituosas. Por exemplo, ao ver um casal homossexual na novela, não julgue: "Isso é falta de vergonha, é pecado".
Como ajudá-lo a superar o preconceito
Em casa: ao descobrir que o filho é gay, a maioria das mães prefere esconder a revelação do pai. "É preciso conversar com o pai e juntos darem suporte ao filho",
Na família: nada de fazer seu filho consolar você depois que aquela tia fez piadinha porque ele é gay. Você tem que se fortalecer para apoiar seu filho.
Na escola, no cursinho ou na faculdade: não é porque o menino é frágil e a menina não anda só de cor-de-rosa que eles são homossexuais. A certeza costuma aparecer na puberdade, com o aumento da atividade hormonal. Agora, se o jovem é diferente dos colegas e sofre na mão deles, sugira à escola palestras contra homofobia e de promoção da educação sexual.
Boas respostas pra gente xereta
Seu filho não vai lhe dar netos! Ué, por que não? Se ter filhos for um desejo para ele e seu companheiro, ele pode adotar uma criança ou fazer inseminação artificial em uma amiga. Se eu quiser muito uma criança, eu mesma posso providenciar uma.
O menino foi mal encaminhado? Ele está no caminho certo para ser feliz.
Ele é assim porque você o mimou demais! Excesso de amor não torna ninguém homossexual, só desenvolve a capacidade de a pessoa amar.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
O que é Homofobia.
O que é a homofobia?
O termo homofobia foi empregado inicialmente em 1971, pelo psicólogo George Weinberg.
Homofobia caracteriza o medo e o resultante desprezo pelos homossexuais que alguns indivíduos sentem. Para muitas pessoas é fruto do medo de elas próprias serem homossexuais ou de que os outros pensem que o são. O termo é usado para descrever uma repulsa face às relações afectivas e sexuais entre pessoas do mesmo sexo, um ódio generalizado aos homossexuais e todos os aspectos do preconceito heterossexista e da discriminação anti-homossexual.
Parada gay 2011
Não ao preconceito e sim aos direitos.

A 15ª edição do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo tem seu tema definido: "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!" – 10 anos da Lei Estadual 10.948/01". O objetivo dos organizadores é questionar a moral religiosa conservadora, que vem se reafirmando como uma das principais oposições ao avanço da cidadania e dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) no Brasil e no mundo. O lema também celebra a primeira década da lei paulista anti-homofobia e destaca a necessidade de ampliação da conquista para o nível federal. Neste ano, a Parada do Orgulho LGBT ocorre em 26 de junho, tradicionalmente na Avenida Paulista e Rua da Consolação.
O tema do 15º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo também faz referência aos 10 anos da Lei Estadual 10.948/01 – de autoria do ex-deputado Renato Simões (PT) e sancionada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) – que penaliza indivíduos, organizações e empresas públicas ou privadas que praticam a discriminação contra LGBT. A lei proíbe atos de violência, constrangimento e intimidação em razão da orientação sexual, incluindo a vedação de ingresso a locais abertos ao público, seleção e sobretaxa de atendimento em comércio e a inibição da livre expressão e manifestação de homoafetividade.
"Vamos destacar a importância da apropriação da lei por parte da população LGBT. O Legislativo paulista cumpriu a sua parte, mas depende da gente fazer valer nossos direitos", diz Ideraldo Beltrame, presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), entidade responsável pela organização da atividade.
O Mês do Orgulho LGBT de São Paulo é o calendário anual de atividades sócio-politico-culturais promovido pela APOGLBT a fim de defender a cidadania e direitos humanos da população LGBT, assim como educar a sociedade para o fim da discriminação e preconceito. Nos últimos anos, os temas abordados foram "Vote contra a homofobia : defenda a cidadania!" (2010), "Sem homofobia, mais cidadania – Pela isonomia de direitos! (2009),"Homofobia mata! Por um Estado Laico de fato!" (2008),"Por um mundo sem machismo, racismo e homofobia!" (2007) e "Homofobia é crime! Direitos sexuais são direitos humanos" (2006).
A Parada Gay de São Paulo em 2011 promete ser um grande evento, já que será a edição de número 15 e deve receber um público ainda maior do que no ano de 2010, quando a estimativa foi a de que mais de 3,5 milhões de pessoas tenham participado. O evento contará com policiais bilíngües para atender os turistas estrangeiros.
Além da 15ª Parada do Orgulho LGBT, em 2011 é realizada a 9ª edição do Ciclo de Debates, a 11ª Feira Cultural LGBT, o 11º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade e o 11º Gay Day

A 15ª edição do Mês do Orgulho LGBT de São Paulo tem seu tema definido: "Amai-vos uns aos outros: basta de homofobia!" – 10 anos da Lei Estadual 10.948/01". O objetivo dos organizadores é questionar a moral religiosa conservadora, que vem se reafirmando como uma das principais oposições ao avanço da cidadania e dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) no Brasil e no mundo. O lema também celebra a primeira década da lei paulista anti-homofobia e destaca a necessidade de ampliação da conquista para o nível federal. Neste ano, a Parada do Orgulho LGBT ocorre em 26 de junho, tradicionalmente na Avenida Paulista e Rua da Consolação.O tema do 15º Mês do Orgulho LGBT de São Paulo também faz referência aos 10 anos da Lei Estadual 10.948/01 – de autoria do ex-deputado Renato Simões (PT) e sancionada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) – que penaliza indivíduos, organizações e empresas públicas ou privadas que praticam a discriminação contra LGBT. A lei proíbe atos de violência, constrangimento e intimidação em razão da orientação sexual, incluindo a vedação de ingresso a locais abertos ao público, seleção e sobretaxa de atendimento em comércio e a inibição da livre expressão e manifestação de homoafetividade.
"Vamos destacar a importância da apropriação da lei por parte da população LGBT. O Legislativo paulista cumpriu a sua parte, mas depende da gente fazer valer nossos direitos", diz Ideraldo Beltrame, presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo (APOGLBT), entidade responsável pela organização da atividade.
O Mês do Orgulho LGBT de São Paulo é o calendário anual de atividades sócio-politico-culturais promovido pela APOGLBT a fim de defender a cidadania e direitos humanos da população LGBT, assim como educar a sociedade para o fim da discriminação e preconceito. Nos últimos anos, os temas abordados foram "Vote contra a homofobia : defenda a cidadania!" (2010), "Sem homofobia, mais cidadania – Pela isonomia de direitos! (2009),"Homofobia mata! Por um Estado Laico de fato!" (2008),"Por um mundo sem machismo, racismo e homofobia!" (2007) e "Homofobia é crime! Direitos sexuais são direitos humanos" (2006).
A Parada Gay de São Paulo em 2011 promete ser um grande evento, já que será a edição de número 15 e deve receber um público ainda maior do que no ano de 2010, quando a estimativa foi a de que mais de 3,5 milhões de pessoas tenham participado. O evento contará com policiais bilíngües para atender os turistas estrangeiros.
Além da 15ª Parada do Orgulho LGBT, em 2011 é realizada a 9ª edição do Ciclo de Debates, a 11ª Feira Cultural LGBT, o 11º Prêmio Cidadania em Respeito à Diversidade e o 11º Gay Day
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
O SUICÍDIO ENTRE ADOLESCENTES HOMOSSEXUAIS.
Para Ribeiro (2004) as taxas de suicídio são significativamente maiores entre a população jovem LBGT. Na realidade, a questão já se transformou em um sério problema de saúde pública. É necessário aumentar as medidas de combate à homofobia, já que há provas do maior número de suicídios entre jovens lésbicas, gays, bissexuais e transexuais, do que na população jovem em geral.Com dados precisos descobriu-se que os jovens LBGTs assumem cada vez mais cedo sua sexualidade, e enfrentam também mais rapidamente a intimidação homofóbica. Nem é preciso ressaltar que se tornou imprescindível medidas para o apoio psicológico e social da juventude homossexual.O Grupo E-jovem apontam para uma taxa anual de suicídios entre os adolescentes LBGTs brasileiros superior a mil, o que ultrapassa também a média internacional. Vale repetir: são mais de mil adolescentes em um total de 10.000 suicídios - por ano - registrados em nosso país.Portanto, no Brasil, por causa do forte preconceito social em torno do homo afetividade, uma porcentagem relevante de jovens se suicida. São três mortes por dia.Para John Hinckle e Kees Van Haeringen professores da Universidade de Gent, embasados em uma pesquisa revelou-se que cerca de 5,9% dos rapazes heterossexuais jovens haviam tentado o suicídio, comparados com os 12,4% dos inquiridos homo e bissexuais masculinos. As percentagens correspondentes para as moças foram 5,4% para as jovens heterossexuais e de 25% para as jovens homo ou bissexuais.Segundo a organização Lambda Education revelou que a Itália possui uma dura realidade: 46% dos inquiridos haviam sido vítimas de atos de discriminação, 37% haviam sofrido actos de violência, 40% pensaram no suicídio e 13% declararam ter tentado o suicídio.Informações nesse sentido têm sido confirmadas por outros estudos na Suíça, na Noruega, no Canadá e nos Estados Unidos. A juventude gay e lésbica vive numa sociedade hostil, que a discrimina quer em atitudes, quer comportamentos e que nega até mesmo a sua existência.
Atração pelo mesmo sexo, como primeira experiência, a escuta de comentários homofóbicos, a hostilização verbal e ataques físicos ou a diminuição do rendimento escolar são situações que podem levar o jovem à depressão, à baixa auto-estima, ao ódio contra si próprio, à frustação, à confusão sobre o que fazer, a níveis altos de stress por manter o "segredo", ao isolamento e a pensamentos sobre a morte. (Mott, 2004, Pesquisa GGB – Grupo Gay da Bahia).A família é o porto seguro para todo o indivíduo, principalmente no período inicial da vida, mas que nem sempre está preparada para a novidade, de que o seu filho é gay ou a sua filha é lésbica. Provocando muitos conflitos e trazendo choque e crise. O que se mostra na realidade é que a juventude gay e lésbica é um dos grupos mais vulneráveis e desprotegidos na sociedade.
Oração para Booy.
OracoesParaBobby 6 vídeos
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Orações para Bobby.
“Orações para Bobby” emociona pessoas em todo mundo contando a história de jovem homossexual que se suicida
“Orações para Bobby” é um dos filmes mais importantes do ano, mesmo sem ter ido aos cinemas, já que foi feito para TV. O drama, que conta a história real de um adolescente homossexual que se suicida após ser rejeitado pela mãe religiosa, está emocionando as pessoas, gays e heterossexuais pelo mundo. O filme dói exibido na TV americana, no canal Lifetime, e a partir daí virou um fenômeno, principalmente na internet, onde se tornou um dos filmes mais baixados do ano.
A história é baseada em fatos reais e foi uma adaptação do livro “Prayers For Bobby: A Mother’s Coming to Terms With The Suicide of Her Gay Son”, de Leroy Aarons, ainda sem previsão de lançamento no Brasil. O filme é estrelado pela atriz Sigourney Weaver (Aliens), que interpreta a mãe de Bobby, que tenta “curar” o filho com religião e terapia. Esse personagem rendeu à atriz uma indicação ao Emmy 2009. No papel de Bobby está o ator Ryan Kelley, que foi muito elogiado por sua atuação, o que lhe rendeu o papel de protagonista no filme “Ben 10: Invasão Alienígena”.
Sinopse: Bobby é um adolescente homossexual que se suicida por não suportar o desprezo da família em relação à sua opção sexual. Depois da morte de Bobby a família, muito conservadora, fica totalmente desestruturada e devastada pela culpa.
A história não só emociona como tem sido considerada de extrema importância para conscientização das pessoas em relação às conseqüências que a discriminação pode causar. A taxa de suicídio entre jovens gays é muito alta. Estudos alertam que um em cada três homossexuais já tentou o suicídio. Além disso, os problemas enfrentados por eles, levam muitos à depressão e ao vício em drogas.
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